Genealogia · guia de pesquisa
A pesquisa genealógica avança por pistas, comparação de fontes e paciência. Este guia mostra por onde começar, onde procurar e como registrar suas descobertas com segurança — para que cada nome encontrado venha sempre acompanhado de uma fonte.
Toda investigação parte de uma informação simples. Reúna o máximo que conseguir antes de procurar nos arquivos:
Cada tipo de fonte revela uma parte. Vá das mais acessíveis às mais técnicas, cruzando os achados:
Nomes mudam de escrita ao longo dos séculos, e o OCR de documentos antigos erra. Procure também as variações:
Trate “de, da, das, do, dos” como partículas e busque pelo sobrenome principal. Mulheres muitas vezes foram registradas sob o nome do marido ou do pai — procure também pelo nome de nascimento.
Nem toda informação tem o mesmo peso. Anote sempre de onde veio cada dado:
Uma informação sem fonte é uma pista, não uma prova. Quando houver versões divergentes, registre as duas.
Genealogia pública é história documentada — não exposição de dados pessoais. Priorize pessoas falecidas e documentos de acesso público. Dados de pessoas vivas, crianças, certidões recentes e relações familiares sensíveis só devem ser publicados com autorização. E, ao encontrar registros de pessoas escravizadas nos documentos de uma família, trate-as como sujeitos históricos com nome e dignidade — nunca como “patrimônio”.
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Critérios baseados na política de acervo da Memória Viva e nas fontes genealógicas de São João da Boa Vista. Instituições-chave: Arquivo Público Matildes Salomão, Cúria Diocesana e paróquias, cartórios e os acervos das próprias famílias.